Alguns trabalhos são perigosos de verdade, e a lei paga por isso. Quem fica exposto a risco de vida no dia a dia tem direito a um adicional de 30% sobre o salário base. É um dinheiro a mais que precisa aparecer no seu holerite todo mês.
Trabalhos que costumam ser perigosos
Se o seu serviço envolve alguma dessas situações, é bem possível que você tenha direito ao adicional:
- Inflamáveis e gás — quem lida com combustível, botijão ou gás, como frentistas.
- Eletricidade — eletricistas e quem trabalha perto de energia de alta tensão.
- Explosivos — quem manuseia ou fica perto de material que pode explodir.
- Vigilante e segurança — quem trabalha exposto ao risco de assalto e violência.
- Motoboy e entregador de moto — quem passa o dia na moto, correndo risco no trânsito.
- Radiação — quem trabalha perto de fontes de radiação, como em alguns hospitais e indústrias.
Quando vale a pena me procurar
Se você se identificar com alguma dessas situações, provavelmente há valores a receber:
- Você fazia um trabalho de risco e nunca recebeu os 30% de periculosidade.
- Era eletricista, frentista, vigilante ou motoboy e o adicional nunca apareceu no holerite.
- Você recebia o adicional só às vezes, e não em todos os meses que trabalhou no risco.
Perigo e insalubridade não somam
Se o seu trabalho tem risco de vida e também é prejudicial à saúde, você não recebe os dois adicionais juntos. A lei deixa você escolher: fica com o que der o maior valor no seu bolso. Eu faço as duas contas e mostro qual é o melhor para o seu caso.
Como eu te ajudo
Você me conta o que fazia no dia a dia e me manda o que tem em mãos — carteira de trabalho, holerites, fotos do serviço. Eu vejo se o seu trabalho tinha risco de vida e, se tiver, a gente cobra os 30% de todo o período. Normalmente uma perícia confirma o risco, e eu cuido de tudo isso para você. O primeiro contato é sem custo.